Agora vai. Fruet oficializa apoio a Gleisi e Gomyde em Curitiba

Dupla Gomyde e Gleisi, no Pinheirinho, comemorou hoje o apoio recebido do prefeito curitibano Gustavo Fruet; pedetista reuniu ontem à noite mil lideranças no Clube Três Marias, no bairro São Braz; "Gustavo é um dos melhores prefeitos do país, homem íntegro e preparado. É, para mim, uma honra estar ao lado dele", elogiou o candidato ao Senado pelo PCdoB.
Dupla Gomyde e Gleisi, no Pinheirinho, comemorou hoje o apoio recebido do prefeito curitibano Gustavo Fruet; pedetista reuniu ontem à noite mil lideranças no Clube Três Marias, no bairro São Braz; “Gustavo é um dos melhores prefeitos do país, homem íntegro e preparado. É, para mim, uma honra estar ao lado dele”, elogiou o candidato ao Senado pelo PCdoB.
O prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) reuniu ontem no Clube 3 Marias, no bairro São Braz, cerca de mil lideranças para anunciar seu apoio à candidata Gleisi Hoffmann (PT), ao governo do estado, e a Ricardo Gomyde (PCdoB), que concorre ao Senado Federal.
Segundo Fruet, é necessário renovar o Senado. “O Gomyde representa essa esperança. Vamos juntos eleger o Gomyde nosso senador”, declarou.
Para Gomyde, o apoio do prefeito Gustavo Fruet aumenta a convicção da vitória. “Gustavo é um dos melhores prefeitos do país, homem íntegro e preparado. É, para mim, uma honra estar ao lado dele”, finalizou.
Blog Esmael

Secret é retirado de loja de aplicativos da Apple no Brasil

Aplicativo Secret não podia mais ser baixado na loja de apps da Apple nesta quinta-feira (21) (Foto: Reprodução/Apple)Secret não podia ser baixado na loja brasileira de
apps da Apple nesta quinta (21) (Foto: Reprodução)
O aplicativo Secret, que permite a postagem e o compartilhamento de mensagens de forma anônima, não podia mais ser baixado da loja brasileira de aplicativos da Apple na tarde desta quinta-feira (21). O app continua listado e aparece nas buscas da App Store, mas ao tentar fazer o download, o usuário recebe uma mensagem que diz que "o item que você tentou comprar não está mais disponível".
A remoção acontece após a Justiça do Espírito Santo determinar, em decisão liminar, na terça-feira (19), a retirada do Secret das lojas de aplicativos do Google e da Apple, e do Cryptix, de funcionamento similar, da loja da Microsoft. A Justiça acolhe o pedido do Ministério Público do Espírito Santo, que protocolou uma ação civil pública na sexta-feira (15).
O G1 verificou, no entanto, que contas de outros países ainda conseguem instalar o aplicativo em seus iPhones e iPads. Na Google Play, loja de apps do sistema operacional Android, o Secret ainda podia ser baixado normalmente pelos usuários brasileiros nesta quinta (21).
Além de determinar a suspensão do aplicativo, a Justiça decidiu ainda que as empresas devem também remover remotamente os aplicativos dos smartphones das pessoas que já os instalaram. Esse também era um pedido do MP-ES, em ação assinada pelo promotor Marcelo Zenkner. A Justiça fixou multa de R$ 20 mil para cada dia de descumprimento.
Usuários compartilham segredos anonimamente pelo app 'Secret' (Foto: Reprodução/Secret)Usuários compartilham segredos anonimamente
pelo app 'Secret' (Foto: Reprodução/Secret)
O Google informou que ainda não foi notificado, mas que não comenta casos específicos. "Qualquer pessoa pode denunciar um aplicativo se julgar que o mesmo viola os termos de uso e políticas da Google Play ou a lei brasileira. O Google analisará a denúncia e poderá remover o aplicativo, se detectar alguma violação." A Microsoft também disse ainda não ter sido notificada: "A Microsoft não recebeu qualquer notificação, portanto, não pode comentar o caso". A Apple não respondeu até a publicação deste texto.
Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só segredos, mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.
Para o juiz Paulo Cesar de Carvalho, da 5ª Vara Cívil de Vitória, o Secret infringe princípios constitucionais, por permitir que seus usuários usufruam do direito à liberdade de expressão sob a condição de anonimato. "A liberdade de expressão não constitui um direito absoluto, sendo inúmeras as hipóteses em que o seu exercício entra em conflito com outros direitos fundamentais ou bens jurídicos coletivos constitucionalmente tutelados, que serão equacionados mediante uma ponderação de interesses, de modo a garantir o direito à honra, privacidade, igualdade e dignidade humana e, até mesmo, proteção da infância e adolescência, já que não há qualquer restrição à utilização dos aplicativos indicados na inicial", escreveu o juiz na decisão.
Bullying Virtual
"O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa", afirmou o promotor Zenkner. "O aplicativo 'Secret' fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de 'bullying virtual'".
Para o promotor, "as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas" por Google e Apple "ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo Secret".
Direito difuso
O pedido do promotor é similar ao feito pelo consultor de marketing Bruno Machado, que entrou na Justiça de São Paulo. O rapaz se sentiu ofendido por ser citado em postagens que considerou ofensivas no aplicativo. No caso dele, porém, a Justiça de São Paulo entendeu que o pedido dele, para suspender o Secret, interferia no direito de outras pessoas.
Em decisão da semana passada, o juiz Roberto Luiz Corcioli Filho, no entanto, considerou pertinente a argumentação da advogada de Machado, Gisele Arantes, do escritório Mendes e Assis. Além do citado apelo ao anonimato apontado inconstitucional pelo MP-ES, Gisele apontou que o app infringe o Código de Defesa do Consumidor (por não ter termos em português) e o Marco Civil (por não ter representação no Brasil e não estar em consonância com a legislação brasileira apesar de ter usuários do país).
O promotor do Ministério Público do Espírito Santo afirma que a ação civil pública, por outro lado, tem efeito coletivo.

Indicativo de greve: Richa deverá enfrentar paralisação na Cohapar

Os funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), empresa de economia mista que atua na execução dos programas habitacionais do governo do Estado, aprovaram nesta quarta-feira (20), indicativo de greve. Eles alegam que estão há dois anos sem negociação salarial e que as perdas chegam a 30%.
Os funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), empresa de economia mista que atua na execução dos programas habitacionais do governo do Estado, aprovaram nesta quarta-feira (20), indicativo de greve. Eles alegam que estão há dois anos sem negociação salarial e que as perdas chegam a 30%.
O governador Beto Richa (PSDB), em campanha pela reeleição, deverá enfrentar greve dos funcionários da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) no começo do mês de setembro.
Há dois anos sem negociação salarial, os empregados da companhia em Curitiba aprovaram por ampla maioria, nesta quarta-feira (20), indicativo de greve da categoria. A decisão foi tomada em assembleia dos funcionários, realizada em frente a sede da empresa.
As perdas acumuladas pelos funcionários, devido aos anos em que não houve acordo de trabalho firmado entre os sindicatos e a empresa, chegam a 30% dos benefícios, como no vale-alimentação. Neste ano, retomada as negociações das entidades com a Cohapar, vem insistindo numa proposta que não contempla os prejuízos de seus funcionários.
Outra medida da Cohapar na atual negociação é a vinculação da aprovação das propostas à desistência de ações judiciais movidas pelos sindicatos pelo cumprimento dos reajustes previstos nas convenções do setor durante os anos em que não houve negociação de acordo.
Segundo o diretor-secretário do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), Leandro Grassmann, a negociação salarial da Cohapar é reflexo de uma política de repressão e não reconhecimento da valorização do seu quadro funcional.
“Além de acumularem perdas históricas no salário e nos benefícios, os empregados da Cohapar tiveram, de forma opressora por parte da empresa, o dia de pagamento de seus salários alterados, o que causa um transtorno a todos os funcionários. A insatisfação dos empregados com o desrespeito da empresa, não apenas nas questões salariais mas na falta de qualidade das relações de trabalho, está muito bem representada na aprovação do indicativo de greve”, afirma o diretor do Senge-PR, uma das entidades sindicais que representam os funcionários da empresa de habitação.
A definição da data de paralisação dos empregados será votada em assembleia da categoria a ser realizada até o dia 1.º de setembro. O Senge-PR, e os demais sindicatos realizarão na próxima semana, assembleias nas regionais da empresa para votação do indicativo de greve.
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